A Inteligência Emocional auxilia numa comunicação mais eficaz, gere os comportamentos e emoções, toma decisões que conduzam a melhores resultados, sabe lidar com problemas e conflitos eficazmente e prevê e evita dificuldades.
Um quociente de Inteligência Emocional (QE) elevado, traduz-se numa qualidade de vida melhor e torna o indivíduo mais adaptado à realidade, enquanto que um inferior pode criar dificuldades adicionais para atingir o sucesso e objetivos. Indivíduos com bom QE possuem maior sucesso na vida.
Pessoas com uma inteligência emocional baixa não percebem ou não entendem os sentimentos dos outros, nem o motivo que as levou a terem aquele sentimento e essa incapacidade provoca irritabilidade no próprio.
Indivíduos com baixo QE tendem a culpabilizar os outros pelo seu estado emocional e não aceitam a responsabilidade dos seus sentimentos.
Pessoas com inteligência emocional baixa podem não perceber quando estão a ser inapropriados e negligenciar os sentimentos dos outros, levando a que considerem que as outras pessoas estão a ser sensíveis.
Um dos elementos mais críticos da inteligência emocional é a capacidade de controlar as emoções. Pessoas cujo QE não é muito desenvolvido tendem a perder o controlo sobre as suas reações, originando, muitas vezes, explosões emocionais exageradas e repentinas.
Empatia é a capacidade que um indivíduo possui de se conseguir colocar no lugar de outra pessoa, compreendendo e respeitando as suas emoções. Quem, por norma, não compreende os sentimentos alheios, possui uma falta de empatia, pela incapacidade de captar o estado emocional do outro.
As pessoas com baixo QE possuem, por norma, problemas em fazer ou manter amigos.
Fortes emoções são complexas para o ser humano, mas no caso de indivíduos com baixo QE é especialmente difícil lidar com situações de forte carga emocional, com tendência a afastarem-se e evitar a questão.
Pessoas com pouca inteligência emocional não fazem uma boa gestão das suas emoções, com consequência de aumento dos níveis de stress internos, podendo originar formas disruptivas de lidar com o stress pessoal.
Pessoas com baixo QE não possuem um vocabulário emocional extenso e emoções não rotuladas tendem a ser mal compreendidas, originando escolhas imprudentes.
As pessoas que têm QE baixo tendem a tirar conclusões precipitadas e fazer suposições sem recolher informações necessárias e ponderar a situação, usando factos que provam o seu ponto de vista, alienando as restantes.
Pessoas com baixo QE tendem a manter emoções negativas e ressentimentos contra os outros e esses sentimentos acumulam-se e catalisam o stress do quotidiano.
As pessoas com baixa inteligência emocional, tendem a não se expressar com clareza quanto às suas emoções, podendo ser mal interpretados e gerando sensações incompreensão.
Alguém que parece discutir com frequência, com colegas, familiares, amigos e até estranhos, provavelmente possui níveis baixos de inteligência emocional, pois não são sensíveis aos sentimentos dos outros.
Indivíduos com QE baixo, tendem a banalizar as emoções na vida, depreciando a importância que estas possuem.
Indivíduos com o QE alto geralmente conhecem os seus gatilhos, que são fatores que podem provocar emoções particulares e gerar mal estar, irritabilidade ou stress. Pelo contrário, pessoas com baixa inteligência emocional não identificam os seus gatilhos, não prevendo as suas próprias respostas face a circunstâncias específicas.
A inteligência emocional, contrariamente ao QI (quociente de inteligência), não é inato, mas sim adquirido e pode ser desenvolvido através da prática. Se pretende atingir bons objetivos, quer a nível profissional, quer pessoal, exercite esta inteligência. Descubra como com os profissionais da Clínica Hipsi.